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Despertando Conhecimento


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Caminhando pelas Ruas

 Por Amarilis de Oliveira 

walkalone

Caminhando pelas ruas, observei como as pessoas andam fechadas em seus próprios mundos, sem olhar o outro, sem conhecer seus vizinhos mesmo morando ao lado por anos. O que está acontecendo? -perguntei-me intrigado.

E, ainda caminhando pela rua, analisei meu próprio comportamento e, eu também estava assim. Ocupado mais do que deveria com tantas coisas para fazer. A visita em casa já não é mais um prazer, mas um empecilho à rotina. Nós esquecemos que precisamos de amigos de verdade, palpáveis. Amar e sentir amor.

As redes sociais colocou mais distante ainda o outro, somente pelo computador, com conversas superficiais, sem um relacionamento verdadeiro. E todos acreditam que é o tipo de relacionamento ótimo; é a hora que eu quero, quando eu quero, ligo o computador e olho quem postou o quê. Dando atenção somente no que eu acredito que me interessa, muitas vezes a fofoca do momento.

O amigo de antes nunca ficou tão distante, e nunca tantas mentiras foram contatadas. Tudo ali é vitória, ninguém sofre, ninguém tem problemas. Virou gafe desabafar, procurar “um ombro” para consolo, ser verdadeiro na alegria e na dor. Que triste! Que lástima!

Nunca tantas pessoas moraram sozinhas. Nunca fomos tão intolerantes com as fraquezas e conflitos do outro, o divórcio reina. O casamento, com mega festa hollywoodiana, faz com que o casal já entre no relacionamento enterrado em dívidas, e o amor, do princípio do relacionamento, sufoca e se perde em acusações.

A aparência, mesmo mentirosa, nunca contou tanto. Uns mentem, os outros fingem que acreditam. As celebridades nunca foram tão passageiras.
O remédio mais tomado depois dos antigripais é para depressão, a chamada doença do século. Observe: farmácias demais espalhadas por todo canto, pois é um excelente negócio. Ninguém parece perceber que há algo de muito errado.

Seguimos vivendo como sonâmbulos apesar da pressão evolutiva que nos faz sofrer, entregues às banalidades e excesso de consumismo que não nos satisfazem, mas sem coragem de mudar.

Não adianta, o ser humano é gregário, precisa de relacionamento social real, e quando se afasta, todo mundo perde, fica doente. A doença surge quando nos agredimos, nos afastamos de nós mesmos e dos outros. E Deus deve estar gritando lá de cima: Você está fora do seu caminho, volte. Volte!

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livro

 

Amarilis de Oliveira é autora da Mundo Maior Editora e Distribuidora. Títulos publicados: Cela para Muitos Liberdade para Todos; Inimigo de Família; Folhas Miúdas, Vozes que Alertam 


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Rochester e o romance espírita Duelos – Combantes Incessantes

Duelos - Combates Incessantes

Os romances ditados pelo espírito John Wilmot Rochester se tornaram conhecidos por apresentarem tramas e personagens contextualizados dentro de uma temática histórica, de uma forma envolvente mostrando o embate entre o bem e o mal.

Dados biográficos de John Wimott Rochester: inglês, foi o Segundo Conde de Rochester (Ditchley, 1647 —1680) e amigo do Rei CarlosII. Célebre figura da corte, participando da Restauração Inglesa e patrono das artes.

Rochester trabalhou muitos anos com a médium russa Wera Krijanowskaia, usando linguagem apropriada da época que nos remete a cerca de 300 anos atrás.

No Brasil, em anos passados, encontramos Rochester ao lado de duas outras médiuns brasileiras, Maria Gertrudes e Arandi Gomes Teixeira, continuou a escrever romances de época e a partir de 2013, deu início a um novo trabalho de psicografia por intermédio da médium Maria Aparecida com o romance espírita “Duelos— Combates Incessantes”, lançado pela Mundo Maior Editora. A obra narra a saga familiar dos Castellar, ambientada na Inglaterra do século XVII.

Nessa entrevista a médium Maria Aparecida conta mais a respeito desse trabalho com o espírito Rochester na obra Duelos.

 

 Quando e como começou seu trabalho com o espírito Rochester?

Entre os muitos espíritos brasileiros e estrangeiros, escritores, poetas, romancistas e cronistas, estava Rochester, um dos primeiros a se apresentar. Os mentores propuseram a primeira reunião à apresentação dos trabalhos que seriam iniciados. Os livros que seriam recebidos foram enumerados em escala entre essas obras, o romance Duelos de Rochester.

O ano inicial foi 2009. Gostaria de dizer que fui educada em família espírita e mesmo antes de eu nascer, meus pais já frequentavam a cidade de Uberaba para falar com nosso querido Chico Xavier, a quem tive a alegria imensa de conhecer. Minha mãe virou muitas folhas para Chico escrever as mensagens. Assim adquiri o hábito da leitura e sempre agradeço pelos livros que recebia desde minha infância, pelos correios, das mãos de Chico Xavier que endereçava até mesmo os envelopes a próprio punho e escrevia longas dedicatórias.

 

Como foi a primeira vez que Rochester se manifestou para você?

Sempre fui ávida leitora e apreciadora de literatura, história e idiomas. A primeira aproximação se deu quando escrevia na agenda do ano corrente, os compromissos do dia em questão. Assim, sem que nesse primeiro contato percebesse que a mão lhe fora tomada por outra vontade que não a minha, apenas ao término da escrita, li um texto em inglês onde ele se apresentava e afirmava ser o início de uma convivência diária.

Desse dia em diante, Rochester fazia visitas constantes e o desejo do papel e caneta se fazia presente, assim que percebia sua presença. Em pouco tempo, fala desde então, corriqueiramente pelo pensamento.

Foi marcada nesse início, uma viagem espiritual para que eu o pudesse ver claramente. Hoje em dia, após alguns anos de convívio diário, a presença de Rochester se faz por: vidência, escrita e comunicação por voz ou pensamento. O livro Duelos foi ditado em cadernos universitários escritos a canetas e com sua assinatura ao fim de cada dia de trabalho.

 

Qual é a proposta da obra Duelos publicada pela Mundo Maior Editora?

Duelos segue o gênero romance espírita de época. Esses romances por Rochester já se tornaram conhecidos abertamente no decorrer das últimas décadas no Brasil. A proposta desse livro é manter acesa a chama do entretenimento dos leitores com os romances de época, além de trazer os ensinamentos espirituais apresentados por personagens em tramas envolventes que relembram os séculos passados em muitos países ou civilizações antigas, deleite aos que apreciam história.

 Atualmente você tem sido a única médium que tem recebido o Rochester?

Rochester trabalhou muitos anos com a médium russa Wera Krijanowskaia, usando linguagem apropriada da época que nos remete a cerca de 300 anos atrás. No Brasil, em anos passados, encontramos Rochester ao lado de duas outras médiuns brasileiras, Maria Gertrudes e Arandi Gomes Teixeira, continuou a escrever romances de época e a partir de 2013, iniciamos os trabalhos de psicografia.

 O Rochester costuma dar orientações a respeito de como proceder caso exista alguma dúvida em relação a autenticidade das obras ditadas?

Rochester jamais cometeria uma fraude. Devemos tratar com naturalidade a dúvida alheia e as possíveis especulações permanecendo inabaláveis em nossos trabalhos que trazem o propósito pré-estabelecido. Como sabemos, é difícil comprovar a existência dos espíritos, pois não podem ser vistos pelos encarnados em sua totalidade, assim como é difícil para muitos compreenderem que os (as) médiuns encarnam para esta vida de serviço e tal serviço despertará em algum momento de suas vidas, ou seja, o que para muitos é uma novidade “agora” com o primeiro romance, Duelos de J.W. Rochester comigo, Maria Aparecida, para a espiritualidade é um planejamento antigo que simplesmente começou a ser executado e pode assim, ser visto pelos encarnados.

 Como ocorrem os contatos com o Rochester?

É um trabalho diário, com horários marcados e possíveis agendamentos extras se assim for necessário. A aproximação de Rochester é notada rapidamente por mim e se dão as saudações, a concentração ao trabalho do dia, o texto flui por comunicação silenciosa e direta entre nós, sem conversas além do texto desenvolvido no momento e ao final, são feitas as orações e os agradecimentos por mais um dia de trabalho que não se considera imediatamente concluído, pois Rochester aparece mais vezes durante o dia ou à noite.

 Além da psicografia, as cenas dos livros são projetadas?

Desde as primeiras mensagens, foram agendados muitos ensinamentos e compromissos entre eu e a espiritualidade. Faço com frequência viagens ao plano espiritual ao lado de meus mentores, colaboradores e os escritores que comigo trabalham, visitando locais que serão apresentados nos livros (com muita antecedência). Durante o desenrolar do livro, é natural que as cenas sejam vistas novamente, com riqueza de detalhes.

  Duelos é seu primeiro livro psicografado ou teve outros trabalhos anteriores?

Outros livros foram recebidos anteriormente e podem ser publicados em outra ordem, não cumprindo a cronologia psicográfica, o que é natural ocorrer, uma vez que a editora pode ter preferências editoriais. Foram recebidos livros de poesias, crônicas, contos, doutrinários, além dos romances que já começam a ser publicados.

 Como definiria o papel das obras ditadas por Rochester?

São muitos os ensinamentos recebidos através das obras de Rochester que não apenas detém o olhar aos séculos passados, mas também ao presente vivido na Terra pelos encarnados. Suas palavras falam diretamente aos leitores que atentos, aprenderão com suas verdades.

 O porque a Mundo Maior Editora foi escolhida para a publicação?

Sou orientada por meus mentores desde o início de seus trabalhos psicográficos, desta forma foi indicada a Mundo Maior Editora para a publicação das obras. O propósito das publicações é atender a Espiritualidade quanto à divulgação da Doutrina Espírita através de espíritos escritores como J.W.Rochester e Deocleciano, romancistas entre outros irmãos que com o passar dos anos se apresentarão comigo, devido a já existir um longo planejamento de trabalho.

 Gostaria de deixar alguma mensagem de reflexão sobre esse trabalho?

Não devemos julgar à primeira vista. Devemos dar asas à sabedoria lembrando que os espíritos escritores são livres para estar ao lado dos médiuns que lhes são designados, sendo esta ligação, não permanente ou vitalícia. O livre arbítrio é operante a todos e esperamos que entre suas boas escolhas de vida, os amigos leitores:

- Leiam J.W. Rochester e apreciem as boas obras que elucidam a vida e ajudam a edificar o ser humano a que sigam sua evolução espiritual com clareza e conhecimentos, banhados na luz de Jesus, nosso mestre.

- Leiam também as obras de Allan Kardec que fora também escolhido para atender o Espírito da Verdade e até hoje ensina a humanidade.

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Médium Maria Aparecida – por minha escolha, não uso sobrenomes, não preciso de destaque biográfico, por me ver apenas como um instrumento ao trabalho que desenvolvemos. Os holofotes devem ser direcionados aos espíritos que escrevem  suas belas obras.


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Ler faz crescer

Lourdes Carolina Gagete

Ler e Crescer

Felizmente, pais e educadores começam a perceber o quanto o livro infantil pode ajudar no processo educacional e como ler faz bem a todos, principalmente para a criança, cuja personalidade está em formação. A leitura desenvolve a imaginação, a emoção, a criatividade. Leva o leitor a interagir com a história, desenvolve uma postura crítica bem como a capacidade de expressar com maior clareza suas ideias a fim de melhor se comunicar socialmente e aumentar sua autoestima. Queixam-se alguns pais e professores, de que a maioria das crianças não lê por prazer, mas sim por obrigação; por imposição deles e da escola. “Meu filho diz que ler dá sono, então, lê algumas páginas e fecha o livro, entediado” – disse-me uma vez uma mãe durante uma tarde de autógrafos do meu livro infantojuvenil TININHA, A GOTINHA D´ÁGUA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE. De fato, se a criança não foi estimulada na primeira infância, fica mais difícil desenvolver seu interesse pela leitura. Nisso, muitos pais são os responsáveis, pois não a ensinam, desde a mais tenra idade, a valorizar, distrair-se, enriquecer-se de conhecimentos por intermédio dos bons livros infantis. Também o exemplo dos pais como leitores é importante. Quando a criança se habitua a vê-los lendo, naturalmente quer também imitá-los. Os filhos são imitadores naturais dos pais. Assim, se eles veem os pais valorizarem mais a televisão do que a leitura de um bom livro, também não vão trocar seus games, a sala social da Internet, por um livro. [1]Bakhtin, o grande educador russo do século dezenove, diz que o livro infantil é um instrumento motivador e desafiador. É capaz de transformar o indivíduo em um sujeito ativo, responsável pela sua aprendizagem, que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com sua necessidade. Em todo lar bem estruturado, que prima pela educação dos filhos, o livro infantil deverá ser presença constante. Se a criança ainda não for alfabetizada, nada mais útil e carinhoso do que os pais lerem as histórias para ela. Com isso desenvolve-se-lhe a imaginação e, naturalmente, somará conhecimentos; viajará pelos caminhos do tempo onde a aventura será sua constante parceira.


[1] Mikhail Bakhtin, filósofo russo nascido no ano 1895.
 

livro

Lourdes Gagete é autora da Mundo Maior- Publicações: Odisseia de uma Alma, Tininha, a Gotinha D’ Água em Defesa do Meio Ambiente, Marcados pelo Passado e O Amor Foi Mais Forte. 


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A União dos Homens

União dos Homens

A união dos homens possui diversas âncoras, sendo aos meus olhos, a mais consistente, a que nos leva a Deus em seu amor pleno.

E o bom uso das âncoras se dá quando apenas são colocadas nas águas para manter a segurança do navio que precisa ser contido e assim não será levado ao impulso constante das ondas dos mares que pode ir direto ao choque rochoso em encostas perigosas ou à deriva do além-mar.

A humanidade ancora sua razão na atualidade dos fatos entre divergências dissonantes, as certezas se tornam dúvidas, as palavras cedem ao impulso febril da calúnia, a honestidade hesita diante da dificuldade do viver, a fé se perde nas ruas repletas de pessoas com suas mentes vazias a esperar o transporte que demora além de suas expectativas ou que o trânsito estagnado se mova e a espera dos melhores dias destitui as esperanças.

E multidões se agregam a mover montanhas, líderes se elevam nem sempre ao comando coerente, mas ao insano, a força física de muitas mãos unidas quebram os alicerces do bem viver trazendo destruição que afeta a vida dos inocentes que como em toda a história da humanidade padece sob o julgo dos líderes em suas conquistas vãs.

As âncoras são jogadas não mais a assegurar um porto seguro e são arremessadas como se em catapultas estivessem em plena batalha medieval a romper as muralhas dos castelos que desejam invadir. E nos dias de hoje, vemos prefeituras atacadas, hospitais, uma infinidade de prédios e veículos a se tornarem vítimas dos caos.

Os valores da atualidade nos preocupam no plano espiritual, somos a plateia da guerra, assistimos tragédias e não mais vemos graça nas comédias a ridicularizar com sarcasmo a vida mundana.

Quero dar o braço aos governantes, quero ajudar que os valores consagrados durante muitos séculos de boas sementes plantadas sejam relembrados e gostaria de destruir todas as armas a não sangrar mais nenhum corpo.

Quero dar a mão aos condutores da palavra de fé, a palavra de tantos mensageiros de Deus que encarnados estiveram entre a humanidade a praticar o bem, em ações, muitas vezes, solitárias.

Enfrentar as multidões sem armas, porque delas vem a palavra da dor, da ausência, da privação, do medo, da doença, do caos e unidos, nós da espiritualidade ao lado dos encarnados que seguem no plantio das sementes do bem, venceremos as guerras, as armas, as multidões ensandecidas, restituiremos os valores, recordaremos a honestidade dos atos e palavras e as âncoras não mais se encontrarão nas catapultas do ódio para levar todos a um porto seguro, os braços de Deus.

Amemos uns aos outros e que do plano espiritual possamos ver sim, as multidões a caminhar em paz. E aqui voltarei a falar do presente em mão solidária que vos escreve a receber novos amigos pela fé.

livro
J.W.Rochester pela médium Maria Aparecida. Publicou pela Mundo Maior Editora e Distribuidora a obra Duelos- Combates Incessantes. Para saber mais, clique aqui.


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Valores Invertidos

Valores Invertidos

A confusão de valores, sentimentos e sensações parece marcar os tempos atuais. Ansiamos por mudanças, sabemos que transformações profundas são necessárias, porém nos perdemos em atitudes desequilibradas e sem qualquer sentido benéfico.

As manifestações populares que aconteceram em 2013 no país trouxeram à tona o Brasil de um povo guerreiro, mas pacífico, carente, porém sabedor de sua força. A linda cena de 17 de junho, quando o gigante “acordou” e mostrou ao mundo que sabia caminhar pela Paz, apontou aos corações brasileiros a sensação de que, enfim, lutaríamos pelos nossos direitos, de mãos dadas, todos juntos.

Mas o sonho da transformação do país durou pouco, pois no mesmo momento em que assistíamos emocionados à força das manifestações em todo território nacional, surgiram também os atos de violência e de falta de amor em forma de vandalismo. Bastaram essas atitudes para tirar o brilho da energia popular daquele momento.

Com o propósito claro de gerar desequilíbrio e quebrar a unidade, seres humanos voltados ao egoísmo e ao desrespeito tornaram rouca e sem brilho a voz do povo brasileiro. E por muitas outras vezes, esses mesmos seres egoístas (pois só pensavam em aparecer através da violência gratuita) atrapalharam o objetivo maior do povo: dar às mãos e caminhar sentindo o coração bater em uníssono, buscando a sociedade justa que todos queremos.

Qual o motivo de tamanha violência? Certamente a falta de amor ao próximo – e a si mesmo. Essa deve ser a tônica das pessoas que, menos esclarecidas, acreditam que a baderna e a agressão a patrimônios públicos (deles mesmos!!) e particulares mudariam alguma coisa. Ou então, o objetivo era apenas assustar e tirar das ruas famílias inteiras, orgulhosas de, finalmente, serem ouvidas pelo mundo!

Triste confusão de libertinagem com liberdade…

Nesse momento, assistimos a mais uma inversão de valores: a onda dos “rolêzinhos”.

Legitima união de jovens com o objetivo de divertimento e encontro social, os “rolês” são comuns especialmente na periferia paulistana. Porém o medo que reina em nossa sociedade está aumentando o preconceito em relação a esses jovens e os aproveitadores de plantão (lá estão eles novamente!) utilizam mais esse “canal” para assustar a todos, com violência e ameaças.

Precisamos ser honestos: se a juventude e a infância fossem mais bem orientadas – e se as divisões materiais da sociedade não fossem determinadoras de poder de força – certamente o respeito falaria mais alto entre os homens, que se veriam como irmãos e não como inimigos.

O que falta à nossa sociedade, afinal?  Amor e Responsabilidade. Somente isso. Se não cuidarmos de amar nossos irmãos e não colaborarmos com o fortalecimento verdadeiro dos laços que nos unem através, por exemplo, da orientação salutar de nossas crianças e jovens, sempre teremos medo do outro, por enxergarmos nele nossas falhas pessoais.

O seguinte trecho de O Livro dos Espíritos Comentado ilustra bem o que significa responsabilidade social: …“Também os ricos de conhecimento e de recursos intelectuais deveriam saber como guiar aos que lhes buscam orientação. Entretanto, parece  que  não vêem que todos os meios de comunicação têm em suas mãos possibilidades de guiar a humanidade, esquecendo, muitas vezes, seus deveres de verdadeiros guias, lembrando-se apenas de sua posição.” (trecho do comentário da questão número 809)

E a Espiritualidade continua a nos instruir, dizendo claramente na questão 542 de O Livro dos Espíritos sobre a nossa parte na responsabilidade do que acontece na sociedade nesse momento: “Deus colocou a criança sob a tutela dos pais para que eles a conduzam no caminho do Bem, e lhes facilitou a tarefa ao conceder à criança uma constituição frágil e delicada, que a torna acessível a todas as impressões.”  

Essa é uma orientação clara de como cuidarmos melhor da educação familiar de nossas crianças, para que elas se tornem jovens e adultos mais conscientes de seu papel no mundo, com o respeito e o amor a si e ao próximo.

O grande ponto é que o próprio ser humano, em muitos momentos, distancia-se do Divino, reluta em aceitar sua própria Essência Divina. Afinal, é mais cômodo não assumir o verdadeiro papel de filho de Deus, pois essa certeza não permite que a liberdade se distancie da responsabilidade. Somos todos Um. Somos todos responsáveis pelo bem estar dos seres vivos do Planeta, como os elos de uma corrente, como uma grande rede unida pelo Amor.

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Livro A Ordem do Caos

Regina Hennies, jornalista e autora do livro A Ordem do Caos, publicado pela Mundo Maior Editora, para saber mais, clique aqui.


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Democracia e Espiritualidade

brasil democracia

Em 15 de novembro de 1889 um grupo de militares brasileiros sob a liderança do Marechal Deodoro da Fonseca proclamou no país a República, encerrando o fim do regime monárquico no Brasil.

A Proclamação da República deu início a um novo ciclo, refletindo a insatisfação com o modelo de governo estabelecido.

Na ocasião dessa data histórica para o Brasil, que contribuiu para abrir caminhos para outras direções rumo a novos modelos de governança, como a democracia que hoje conhecemos, refletimos sobre a necessidade de mudança para o limiar de uma nova era, na qual, o bem estar comum deverá ser a base.

Em meio a acontecimentos e turbulências em diversos campos, a grande transição prossegue. O Brasil de Amanhã que todos desejamos pode estar ao nosso alcance, mas para tanto, é necessária a renovação moral do indivíduo, criando espaço para a tão sonhada mudança.

A questão 728 de O Livro dos Espíritos esclarece: “É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, pois isso a que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e a melhoria dos seres vivos.”

Diante desse contexto de mudanças, qual será o papel e a missão do Brasil no processo de transformação do planeta?

O leitor encontra essas e outras questões a respeito dos acontecimentos que já se cumpriram e aqueles que ainda estão por ser revelados abordados à luz dos ensinamentos do Cristo no livro: Brasil de Amanhã O futuro do Brasil, à luz das profecias.

Brasil de Amanhã


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Dia 3 de outubro aniversário de Allan Kardec

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Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido pelo pseudônimo Allan Kardec, nasceu em 3 de outubro de 1804, em Lyon, França e desencarnou em 31 de março de 1869.

Nessa data especial o aniversariante é o grande filósofo e educador, o instrumento de revelação da Doutrina Espírita. Responsável por codificar uma série de obras publicadas a partir de mensagens ditadas por uma plêiade de espíritos superiores.

As cinco obras da Codificação: O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; A Gênese e O Céu e o Inferno.

Obras Póstumas é uma compilação de escritos de Allan Kardec, publicada após seu desencarne.

Homenagem a Allan Kardec

Vejamos alguns trechos do belíssimo discurso pronunciado no túmulo de Allan Kardec por seu amigo, o astrônomo e pensador, Camille Flammarion.

“Allan Kardec consagrou a primeira parte de sua vida a escrever obras clássicas, elementares, destinadas, sobretudo, ao uso dos educadores da juventude. Quando, por volta de 1855, as manifestações, aparentemente novas, das mesas girantes, das pancadas sem causa ostensiva, dos movimentos insólitos de objetos e móveis, começaram a chamar a atenção pública e determinaram, mesmo nas imaginações mais aventureiras, uma espécie de febre pela novidade dessas experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e seus efeitos estranhos, seguiu com a maior paciência e uma prudente perspicácia as experiências e o grande número de tentativas que então se faziam em Paris.

Recolheu e pôs em ordem os resultados obtidos por essa longa observação e com eles compôs um corpo de doutrina publicada em 1857, na primeira edição de O Livro dos Espíritos. Vocês todos sabem o sucesso que esta obra teve na França e no estrangeiro…

Após essa primeira obra, apareceram, sucessivamente, O Livro dos Médiuns ou Espiritismo experimental; O que é o Espiritismo? ou resumo em forma de perguntas e respostas; O Evangelho segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno; A Gênese. E a morte acaba de surpreendê-lo no momento em que, em sua atividade infatigável, trabalhava em uma obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo…

Allan Kardec foi homem de ciência que, sem dúvida, não pôde prestar este primeiro serviço e assim propagar ao longe, como um convite, a todos os corações. Mas ele era o que chamarei simplesmente de “o bom senso encarnado”. Raciocínio reto e sensato, aplicava sem negligência em sua obra permanente as indicações íntimas do senso comum. Isto não era uma qualidade menor, na ordem de coisas que nos ocupam. Era, pode-se afirmar, a primeira de todas e a mais preciosa, sem a qual a obra não teria se tornado popular nem lançado suas imensas raízes no mundo. A maior parte daqueles que se dedicaram a estes estudos lembra-se de ter sido, na juventude, ou em certas circunstâncias especiais, testemunhas de manifestações inexplicadas. Há poucas famílias que não as tenham observado em sua história. O primeiro ponto era aplicar a esses testemunhos a razão firme do simples bom senso e examiná-los segundo os princípios do método positivo…

Porque, senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual conhecemos apenas o a, b, c. Acabou o tempo dos dogmas. A natureza abraça o Universo, e o próprio Deus, que há muito tempo é feito à imagem do homem, só pode ser considerado pela Metafísica moderna como um Espírito na natureza. O sobrenatural não existe. As manifestações obtidas por intermédio dos médiuns, como as do magnetismo e do sonambulismo, são de ordem natural e devem ser severamente submetidas ao controle da experiência. Não há mais milagres. Assistimos à aurora de uma ciência desconhecida. Quem poderá prever a quais consequências conduzirá, no mundo do pensamento, o estudo positivo desta nova psicologia?

A ciência nos abre pontos de vista tão autorizados quanto os precedentes, sobre os fenômenos da vida e da morte e sobre a força que nos anima. Basta-nos observar a circulação das existências”…

Fonte: Livro Obras Póstumas- Publicação Mundo Maior Editora


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Nova Edição dos Livros Histórias “Animais” que as Pessoas Contam e “Curando Animais Com Homeopatia”

Por Ricardo Luiz Capuano

Marcel Benedeti

Neste mês de setembro a Mundo Maior Editora traz duas novas edições: Histórias “Animais” que as pessoas contam” e “Curando Animais com a Homeopatia”. Com um novo formato atual e atrativo.

No livro “Curando Animais com a Homeopatia” o Dr. Marcel Benedeti usa seus conhecimentos e suas experiências como veterinário homeopata para apresentar a todas as pessoas de maneira simples e de fácil compreensão essa forma de medicina que hoje passou de apenas uma opção médica complementar para uma forma terapêutica.

O melhor de tudo é que os medicamentos homeopáticos não são testados em animais para serem desenvolvidos. Não causando sofrimento em animais de laboratório para que seja confirmado seu efeito terapêutico. Diferente do tratamento comum com remédios “Alopáticos” em que são utilizados processos cruéis em animais para sua elaboração.

Assim fica a dica desse livro que expõe de forma clara e simples princípios e conceitos dessa arte de curar, chamada Homeopatia.

A obra Histórias “Animais” que as Pessoas Contam é uma coletânea de narrativas e fatos que o Dr. Marcel Benedeti agrupou em sua vida e transformou em um lindo livro.

São historias que os leitores se identificam e muitas vezes já viveram de modo semelhante. Segundo suas próprias palavras: “As historias mostram a nossa relação com os animais em que nós somos os personagens coadjuvantes e eles são os principais.”

Nessas historias são confirmados e exemplificados princípios espíritas baseados nos ensinamentos de Kardec e explicados pelo Dr. Marcel Benedeti. De forma simples e prazerosa são demonstrados a presença de emoções, inteligência e alma nesses nossos irmãos.

Você que busca conhecer um pouco mais sobre a espiritualidade dos animais de forma leve e séria, esse é o livro certo.

Conhecer mais sobre nossos irmãos menores, além de ser uma maneira de entendê-los melhor, é um modo de nos tornarmos mais conscientes de nosso próprio passado.

“Nossos benfeitores espirituais nos esclarecem que é preciso que todos consideremos que os animais diversos, a nós rodearem a existência de seres humanos em evolução no planeta Terra, são nossos irmãos menores, desenvolvendo em si mesmo o próprio princípio inteligente.(…) Eles, os animais aspiram ser, num futuro distante, homens e mulheres inteligentes e livres. Assim sendo, nós podemos nos considerar como irmãos mais velhos e o mais experimentado dos animais. (…) Tudo isso se resume em graves responsabilidades para os seres humanos; a angústia, o medo e o ódio que provocamos nos animais lhe altera o equilíbrio natural de seus princípios espirituais, determinando ajustamentos em posteriores existências (…) A responsabilidade maior recairá sempre nos desvios de nós mesmos, que não soubemos guiar os animais no caminho do Amor e do Progresso, seguindo a Verdade de Deus” – Chico Xavier – Mandato de Amor.

 

Autor: Ricardo Luiz Capuano- Médico veterinário- Apresentador do programa    “Nossos Irmãos Animais” e do quadro “Consciência Animal” na Radio Boa Nova – Colaborador da Mundo Maior Editora – E-mail: r.l.c@ig.com.br


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A Independência e o Papel Espiritual do Brasil como Pátria do Evangelho e Coração do Mundo

Dia da independência

Em 7 de Setembro de 1822 foi  anunciado oficialmente o Grito do Ipiranga por Dom Pedro I.  Acontecimento que marcou a conquista para o processo de autonomia política do Brasil como território independente: “Independência ou Morte”.

Recordando essa data históricana qual, muitos lutaram por esse ideal, bem como, tantos outros fatos que contribuíram para a busca da libertação,refletimos sobre o papel espiritual do Brasil como Pátria do Evangelho e Coração do Mundo, assim como sua missão no processo de transformação do Planeta.

Lembrando não apenas do Brasil no passado, mas do país no futuro e as aspirações de seu povo, vejamos o que diz um pequeno trecho do livro: Brasil de Amanhã o Futuro do Brasil, à Luz das Profecias, do autor Mário Frigéri, publicado pela Mundo Maior Editora.

Qual é a função história do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio?

“O Brasil pela bondade de seu povo, pela vastidão de seu território, por seu desenvolvimento agrícola e industrial é, no momento desta narrativa, a maior potência do mundo. Seu território está apto a receber inúmeras levas de emigrados, os quais, no contato com sua natureza prodigiosa, se recuperarão do traumatismo provocado pela guerra e integração o seu patrimônio humano.

Da miscigenação dessa gente com o povo brasileiro surgirá uma nova raça mais vigorosa e capaz para a realidade do terceiro milênio.

E no rebojar de todos esses acontecimentos, a missão fraternista e unificadora do Brasil, como um remansoso oásis de esperança e fé- um facho aceso no meio da escuridão…”

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Livro Brasil de Amanhã

Leia o novo lançamento da Mundo Maior Editora: Brasil de Amanhã - O Futuro do Brasil, à luz das profecias clicando aqui.

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