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Despertando Conhecimento

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Sem esforço, o sonho não vira conquista

esforco-conquista

Por Regina Hennies

Uma frase feita, cantada em verso e prosa tornou-se famosa: “Tudo na vida é conquistado com esforço”. Ou, então, sua similar no negativo: “Não se conquista nada na vida sem esforço”. Certamente que não. Mas, se destrincharmos a palavra “esforço”, percebemos que ela é muito mais do que um simples ato de reunir forças para se chegar a um objetivo. No esforço, a força maior vem da Alma, do ser interior de cada um, que traz à tona a vontade “de ferro” para se conseguir o que é almejado.

Para cada um de nós, a necessidade dessa palavra varia conforme sua atuação. Se uma pessoa necessita de esforço para passar de ano na escola, outra necessita para fazer uma dieta. Em qualquer situação torna-se imprescindível essa ação, que caminha com o ser a partir da vontade de se fazer algo, seja o que for, até sua realização completa.

Vários são os motivos que levam uma pessoa a desistir de seus sonhos. Preguiça, desânimo, medo, descaso, inércia. A falta de um objetivo real, a falta de paixão pela vida, a falta disso, a falta daquilo, nos mostra que a escassez é algo profundo quando se fixa na alma humana. Acredito que esse é um dos principais motivos através do qual um jovem entra para o caminho das drogas.

Porém, no lado contrário de uma história triste, estão aqueles jovens que se destacam por escolherem o caminho do grande esforço para a conquista da verdadeira vitória. Nessa época do ano, especialmente, os cansados estudantes estão às voltas com as provas do Enem e com os inúmeros vestibulares, na tentativa de se colocarem em boas universidades e contarem, assim, com uma força a mais – a formação acadêmica – na busca pelos seus sonhos. Admiro profundamente aquelas pessoas que canalizam sua energia jovial para o caminho do Bem, buscando encontrar seu lugar no mundo. E admiro mais ainda aqueles que trocam suas opções caso percebam que isso seja necessário.

Coragem é item fundamental para quem é esforçado. E coragem a juventude tem de sobra. Pena que, em alguns casos, ela seja confundida com a fuga da realidade e a busca pelo prazer rápido mesmo que, em seguida, desalentador.

Mas não queremos aqui ressaltar aqueles que optam pela trilha mais fácil. Mesmo porque temos, sim, é que encorajar os jovens guerreiros do Bem que, com sua Fé e energia, transformam o esforço cotidiano na sua maior ferramenta de construção da Felicidade. E é por eles que torcemos e queremos que esse país se transforme e vivencie a Paz de uma sociedade mais justa.

Contamos com você, jovem guerreiro do Bem, cansado, suado, perdido entre pilhas de apostilas e livros cheios de destaques em amarelo fluorescente, correndo para pegar o portão aberto em dias de provas e, depois, chegar ao portão das universidades, no próximo período escolar. Porque você merece! Porque você realmente sabe o que significa esforçar-se! E porque você será também um adulto por quem se valerá a pena lutar.

Regina Hennies é autora do livro a Ordem do Caos, publicado pela Mundo Maior Editora

 

 

 

reencontro de herois (1)


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O Reencontro de Heróis “Lutando para Vencer”

 

reencontro de herois (1)

Explode a Segunda Guerra Mundial e o amor de um pracinha pela Pátria o faz lutar contra a tirania que manchou a história da Humanidade. Corações apaixonados são separados, transformando o amor não correspondido em ódio e vingança.

O encontro entre um jovem do exército brasileiro e uma bela senhora traz de volta um passado cheio de emoções e questionamentos. Viajando no tempo, surgem recordações de uma linda história de amor.

Em um cenário de batalhas coletivas e particulares, caminhos se cruzam e personagens importantes se reúnem novamente. Entre lembranças marcantes, revela-se uma história emocionante, na qual o amor verdadeiro representa o grande significado da vida.

A obra ditada pelo espírito Frei Antônio Maria, psicografada por João Alberto Teodoro, nos mostra que mesmo diante do horror da guerra, obreiros do bem trabalham incessantemente para suavizar as marcas deixadas pelos conflitos. Ressalta ainda que a  todo instante recebemos oportunidades de renovação, guiados por protetores do plano maior.

Sobre João Alberto Teodoro

João Alberto é natural de Itararé, estado de São Paulo. Militar da reserva pertencente

à FAB- Ministério da Defesa.   Iniciou na doutrina Espírita em 1982.

Mora na capital paulista e atua no Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz como médium.

Publicou pela Mundo Maior: Um Amor Diferente “Nossas Escolhas”, romance ditado por Augusto César Vanucci.

Informações Mundo Maior Editora

11-49644700

pedidos@editoramundomaior.com.br

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Nesse domingo autógrafos com o autor Sebastião Camargo na bienal do livro

sebastiao-camargo
 31/08-14h às 16h: Autógrafo com o autor e comunicador da Rede Boa Nova de Rádio, Sebastião Camargo, autografando a obra O Despertar da Consciência- do Átomo ao Anjo, da editora Despertar da Consciência
Estande da Mundo Maior Editora e Distribuidora na Bienal: Rua K301
Pacientes CAL fazem leitura por meio da comunicação alternatia


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A leitura por meio da comunicação alternativa

Pacientes CAL fazem leitura por meio da comunicação alternatia

Pacientes CAL fazem leitura por meio da comunicação alternativa

Com ajuda da comunicação alternativa deficientes intelectuais realizam leitura do livro Tininha, A gotinha d’ água em defesa do meio ambiente na Bienal do Livro
Dia 24 de agosto, às 14h30 pacientes com deficiência intelectual, atendidos pela Unidade de Longa Permanência das Casas André Luiz participarão de uma atividade de leitura na 23ª Bienal Internacional do Livro, no estande da Mundo Maior Editora e Distribuidora, da Fundação Espírita André Luiz.
Utilizando o recurso da comunicação suplementar ou alternativa, os pacientes acompanhados pela equipe de fonoaudiologia da instituição realizarão a leitura do livro Tininha, A gotinha d’ água em defesa do meio ambiente. A obra trata sobre a necessidade de se preservar o meio ambiente e alerta para os perigos da poluição.
Esse projeto voltado à literatura faz parte de um trabalho multidisciplinar desenvolvido pelas Casas André Luiz com seus pacientes e tem trazido ótimos resultados. No caso da leitura, capaz de ampliar os horizontes, também pode contribuir muito com o tratamento e evolução desses pacientes no despertar de suas capacidades e habilidades comunicativas.
Por meio da linguagem não- verbal, utilizando símbolos, o sistema auxilia os indivíduos com comprometimento na fala a se comunicarem, ajudando- os a transmitir suas ideias, desejos, pontos de vista, necessidades e sentimentos. Os frutos desse projeto podem ser vistos na prática. A partir da exposição de seus pensamentos usando essa ferramenta de comunicação, são ouvidos pelo mundo. As reflexões desses pensadores iluminados que fazem parte do Programa de Comunicação Suplementar ou Alternativa, podem ser conhecidas e compartilhadas pelo público no Blog Nossos Poetas: http://www.facebook.com/nossospoetas
Outro projeto desenvolvido pelos pensadores iluminados é o CD Nossos Poetas Iluminados, lançado pela Fundação Espírita André Luiz. O CD reúne uma coletânea de canções compostas a partir de textos transmitidos por pacientes das Casas André Luiz, interpretados por talentosos músicos.
Mais informações sobre a Comunicação Suplementar ou Alternativa e a utilização desse recurso pela Unidade de Longa Permanência das Casas André Luiz com seus pacientes: http://www.youtube.com/watch?v=56YaZHvfDnQ

Dia 24 de agosto, às 14h30
Estande Mundo Maior Editora: Rua K301


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Relacionamentos: Construindo o Amor

Por Ivanir Sanches

Romantismo

Ah o amor! Muito dele tem se falado, cantado em prosas e versos, escrito em rimas pobres e ricas, torpes e vãs! A eterna procura da alma gêmea, os encontros e desencontros, o assunto é interminável!

A maioria constrói expectativas sobre o príncipe encantado e estas acabam, na convivência do casamento, oficial ou não, se revelando apenas uma tênue ilusão e acarretando grandes desapontamentos.  Ao tecer fantasias e idolatrar a figura do eleito acaba-se por fechar os olhos para a realidade, deixando de notar a verdadeira personalidade do companheiro.

Retrocedendo um pouco no tempo vamos encontrar a liberdade desencadeada pela revolução sexual dos anos sessenta, ocasionada pelo advento da pílula anticoncepcional. Foi um grande marco do início da emancipação feminina, mas também o momento em que valores importantes foram relegados.

Em consequência hoje, meio século depois, filhos e netos desta revolução dos costumes, vivenciam tanta liberdade que confunde os mais recatados, afasta os bem intencionados, destroem a oportunidade do encontro mágico, feito pela sedução do olhar, emoção de caminhar de mãos dadas, o primeiro beijo roubado na penumbra do portão.

O comportamento feminino adentra facilmente os limites da vulgaridade e afasta cada vez mais a possibilidade da realização sentimental. E assim nos deparamos com a descrença e a solidão.

As jovens hoje calçam um salto de quinze centímetros, vestem uma saia que mal cobre as nádegas ou um shorts minúsculo, gastam horas no cabeleireiro fazendo luzes, chapinha, unhas, pé, massagem, e assim esmeradamente produzidas, vão para as baladas regadas a álcool, fumo e utopia.

Embaladas pelos vapores etílicos passam de mão em mão e contabilizam bocas beijadas como preenchendo um álbum interminável de figurinhas coloridas. No raiar da madrugada, a maquiagem borrada nos olhos, os cabelos emaranhados e pernas cansadas, são o saldo solitário de quem muito experimentou e não encontrou o príncipe almejado, nem mesmo um “sapo” para consolo e companhia. Não raras vezes, semanas depois, acabam por colher a semeadura da noite escura, uma gravidez inesperada, um filho de pai desconhecido, as fotos nua pelas páginas da Internet.

Mas onde acontece o encontro de almas, aquela vibração miraculosa que une dois corações no desejo de ficar junto, formar uma família, criar filhos?

Ao observarmos casais conhecidos percebemos que a maioria não se conheceu numa balada e nem estava super elegante e produzida no primeiro encontro. Esta ilusão de poder e ousadia, criada pela mídia, ou o conselho de que você se tornará irresistível com este ou aquele perfume, esta ou aquela marca de sapatos, vestido ou lingerie, rebolando Funk ou mostrando o corpo,  é pura fantasia.  É apenas uma estratégia para vender produtos que não se precisa e que nada acrescenta na conquista, na construção de um relacionamento verdadeiro.

À primeira vista sim, a mulher produzida impressiona, atrai a cobiça,  mas só! A mulher sedutora é aquela que não mostra o corpo para atrair! Ela seduz com a discrição, o sorriso, a boa cabeça, a linguagem sadia isenta de grosserias.

A grande estilista francesa Coco Chanel dizia que “uma mulher nunca deve sair de casa sem se arrumar um pouco, pois nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino”.

Mas esse “se arrumar” um pouco não deve ser apenas a aparência, a ostentação, a vaidade levada ao extremo.  A mulher deve cuidar da cabeça e da beleza do espírito, com a mesma intensidade com que cuida dos cabelos. Deve cultivar virtudes,  bons pensamentos e valores morais em abundância. Desta forma atrairá pessoas que vibram na mesma sintonia, têm os mesmos desejos e as portas do coração abertas para sentimentos nobres.

O destino pode estar naquele colega de escritório, no amigo que está sempre disposto a te socorrer com o pneu do carro furado, no vizinho que resolve a pane do seu computador, que parece ter os mesmos os horários que o seu, mas que talvez fique de tocaia só para ouvir um “bom dia” ou “boa noite”.

Ao cuidar dos pensamentos, dedicar-se ao aprimoramento da beleza espiritual, com boas leituras, boas ações, hábitos sadios e virtuosos, estará lapidando  as arestas e sua alma irradiará essa energia benigna como uma lâmpada que se acende na escuridão. E por afinidade atrairá em seu caminho aquele espírito que é o seu destino,  que vibra na mesma sintonia e com quem terá condições de caminhar no mesmo passo e edificar a construção do verdadeiro amor.

Livro Almas Gêmeas Online

Ivanir Pineda Sanches é autora da Mundo Maior Editora.
Publicou o livro: Almas Gêmeas On Line 


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O Evangelho da Caridade

Evengelho da Caridade

Quando sinto o assédio das forças perturbadoras do mundo tentando assaltar a cidadela de minha alma, mergulho o coração nas águas desse rio sereno que flui da Eternidade chamado “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. E me sinto em paz, protegido por sua mensagem de Amor, impregnada pela misericórdia divina. Por isso, se me fosse permitido lhe acrescentar um segundo nome, eu o chamaria de “O Evangelho da Caridade”.
Sim, porque o Anjo da Caridade, esse ser divino de asas puríssimas que espaneja pó de luz sobre todas as suas passagens, também começa a se aninhar em nosso coração quando nos habituamos a assimilar os seus ensinamentos e a vivenciá-los no decorrer de nossa existência.
Em vista disso, eu convido o gentil leitor a vir comigo para acompanharmos com reverência e discrição as duas seguintes passagens desse anjo evanescente pelo nosso meio.

A dama distinta

1 – Quem é essa mulher de ar distinto, de trajes simples, que se faz acompanhar deuma mocinha também modestamente vestida? Entra numa casa de aparência pobre, onde jaz uma mãe de família cercada de crianças. Ela vem acalmar todas as dores. Traz tudo o de que necessitam, acompanhado de meigas e consoladoras palavras, que fazem com que seus protegidos aceitem o benefício sem corar. O pai está no hospital e, enquanto lá permanece, a mãe não consegue prover às necessidades da família. Graças à boa senhora, aquelas crianças não mais sentirão frio, nem fome; irão à escola
agasalhadas e, para as menores, o seio que as amamenta não secará.
Terminada a sua jornada, a boa senhora diz de si para consigo: “Comecei bem o meu dia”. Qual o seu nome? Onde mora? Ninguém o sabe. Para os infelizes, é um nome que nada indica, mas é o anjo da consolação. À noite, um concerto de bênçãos se eleva em seu benefício ao Criador, porque todos a bendizem.
Por que esse traje tão singelo? Para não insultar a miséria. Por que se faz acompanhar da filha? Para lhe ensinar como se deve praticar a Caridade. Em casa, é mulher da sociedade, porque a sua posição o exige. Ignoram, porém, o que faz, porque ela não deseja outra aprovação, além da aprovação de Deus e da sua consciência.

Certo dia, no entanto, uma circunstância imprevista leva-lhe à porta da casa uma de suas protegidas, que andava a vender trabalhos executados por suas mãos. A protegida, ao vê-la, reconheceu nela a sua benfeitora. “Silêncio! ordena-lhe a senhora, não o digas a ninguém”. Jesus também falava assim.

O anjo do Amor

2 – Dei esta manhã o meu passeio habitual e, com o coração amargurado, venho dizer-vos: “Oh! meus amigos, quantas lágrimas e quanto tendes de fazer para secá-las todas!” Em vão, procurei consolar algumas pobres mães, dizendo-lhes ao ouvido: “Coragem! há corações bons que velam por vós; não sereis abandonadas!” Elas pareciam ouvir-me e voltavam para o meu lado os olhos arregalados de espanto. Eu lia nos seus semblantes que seus corpos tinham fome e que, se minhas palavras lhes serenavam um pouco os corações, não lhes enchiam os estômagos.
Então uma pobre mãe, ainda muito jovem, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e a estendeu no espaço vazio, como a pedir-me que protegesse aquele entezinho que só encontrava, num seio estéril, uma alimentação insuficiente.
Vi em outros locais, pobres velhos sem trabalho e quase sem abrigo, envergonhados de sua miséria, sem ousarem implorar a piedade dos transeuntes. Com o coração cheio de compaixão, eu, que nada tenho, me fiz mendiga para eles e vou, por toda parte, estimular a Caridade, inspirar bons pensamentos aos corações generosos e compassivos.
É por isso que venho aqui e vos digo: “Há por aí infelizes, em cujas choupanas falta o pão, os fogões estão sem lume e os leitos sem coberta. Não vos digo o que deveis fazer; deixo a iniciativa aos vossos bons corações”. Mas, se peço, também dou e dou bastante. Eu vos convido para um banquete e vos ofereço uma árvore carregada de flores e de frutos! Colhei os frutos dessa linda árvore que se chama Caridade. No lugar dos frutos que tirardes pendurarei todas as boas ações que praticardes e levarei a árvore a Deus, que a carregará de novo, visto que a Caridade é uma fonte inesgotável.
Acompanhai-me, pois, a fim de que vos conte entre os que se alistam sob a minha bandeira. Nada temais; eu vos conduzirei pelo caminho da salvação, porque meu nome é Caridade.

***

Eis aí, caro leitor, o que representa para mim “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Porque todos nós já sabemos – pois o apóstolo Paulo já nos ensinou – que podíamos falar todas as línguas dos anjos e dos homens, termos o dom da profecia, conhecermos todos os mistérios e todas as ciências, distribuirmos todos os nossos bens aos pobres e até entregarmos nossos corpos vivos às chamas – mas se não tivermos Caridade, nada disso nos aproveita, porque não passaremos de um metal que tine e de um sino vão que soa.
Como vemos em Paulo, há dois tipos de Caridade: a que é feita ao zabumbar dos bombos, para consumo externo, e que conduz à tranquilidade estéril do Mar Morto; e a que é feita no silêncio da alma, por Amor ao próximo, e que conduz à tranquilidade da Paz Celestial prometida pelo Cristo. Esta é a Caridade que faz resplandecer sua abençoada luz no Evangelho elaborado por Kardec.

Livros de Mário Frigéri

Mário Frigéri é autor da Mundo Maior. Pulicou os livros: 100 Poemas que Amei e Brasil de Amanhã- O Futuro do Brasil á Luz das Profecias.

Mário Frigéri
mariofrigeri@uol.com.br

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